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	<title>I a Granja - 1 ano no ar! &#187; História</title>
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		<title>H&#225; 79 anos, Camocim parou para ver hidroavi&#227;o pousar</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 05:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Amanhã completa 79 anos que o maior hidroavião já construído no mundo, o Dornier DO-X, desceu em Camocim, escala dessa única viagem. O avião alemão de 12 motores não teve o sucesso comercial que seu idealizador, o professor alemão Claude Dornier, imaginou. Depois de percorrer 43 mil quilômetros, foi levado para o Museu da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="imagemcamocim" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="223" alt="imagemcamocim" src="http://www.iagranja.com/wp-content/uploads/2010/06/imagemcamocim.jpg" width="469" border="0" /> </p>
<p align="justify">Amanhã completa 79 anos que o maior hidroavião já construído no mundo, o Dornier DO-X, desceu em Camocim, escala dessa única viagem. O avião alemão de 12 motores não teve o sucesso comercial que seu idealizador, o professor alemão Claude Dornier, imaginou. Depois de percorrer 43 mil quilômetros, foi levado para o Museu da Aviação de Berlim, onde terminou destruído em um bombardeio durante a Segunda Guerra Mundial.   <br />Foi grande o alvoroço provocado pelo avião na pequena e pacata cidade de Camocim no dia 13 de junho de 1931. O avião, inventado no ano de 1903 pelos irmãos Wright, como querem os americanos, ou em 1906, quando Santos Dumont voou com o 14 Bis, em Paris, ainda era uma &quot;coisa do outro mundo&quot;. Conta-se que, nos anos 50, na Serra da Ibiapaba, uma mulher perdeu o marido porque, ao ouvir o som de um avião, pensou que o mundo estava se acabando e resolveu contar-lhe que o tinha traído.</p>
<p> <span id="more-1346"></span>
<p align="justify">As companhias aéreas não existiam como hoje e os inventores ainda estavam com a mão na massa tentando colocar no ar aparelhos que transportassem pessoas mais rápido do que os navios e trens.    <br />O hidroavião é equipado para utilizar uma superfície aquática como pista de pouso e decolagem. Na verdade, o transporte dessa modalidade nada mais é do que um barco voador.    <br />O primeiro deles foi projetado pelo francês Alphonse Penaut (1876), mas nunca foi construído. Outro francês, Henri Fabre, realizou o primeiro voo de hidroavião em Martigues, França (1910), mas foi o projetista de aviões norte-americano Glenn Curtiss que pilotou o primeiro hidroavião prático em San Diego (EUA), e transportou o primeiro passageiro, ambos os feitos realizados em 1911. Nas décadas de 20 e 30, muitos países estavam construindo hidroaviões para uso civil e militar. Na segunda metade dos anos 30 começou a era dos hidroaviões gigantes, iniciada pelo Dornier.    <br /><strong>Transporte seguro</strong>    <br />O professor alemão Claude Dornier, em 1929, engrossou a lista dos que queriam colocar no ar um transporte seguro e rápido. Foi no estaleiro do Lago Constance que ele conseguiu concluir seu invento, batizado de Dornier DO-X. Um gigante hidroavião para o transporte civil. Podia levar 72 passageiros e 20 tripulantes.    <br />O primeiro voo-teste, no dia 12 de julho de 1929, foi sobre o Lago Constance. Depois de outros testes, fez seu primeiro voo com 169 pessoas a bordo no dia 21 de outubro de 1929. Tudo testado e aprovado, o professor Claude parte para sua ousada viagem de longa distância. Levanta voo no dia 5 de novembro de 1930 num cruzeiro mundial.    <br />A rota começou pela Europa, mais exatamente no Rio Reno. Foi a Amsterdã e de lá voou para Calshot, na Inglaterra, Bordeaux, na França, La Coruna, Espanha, e Lisboa, em Portugal, onde um acidente interrompeu a viagem. Pegou fogo na asa esquerda, o que atrasou a viagem em mais de um mês. Decolou no dia 31 de janeiro para Las Palmas, na Ilhas Canárias, onde enfrentou mais problemas. Bateu num banco de areia e o avião ficou parado por mais três meses. Depois de voar pela costa africana atravessou o Oceano Atlântico. O tanque de 16 mil litros de combustível praticamente vazio fez com que esse navio-voador descesse em Camocim, na manhã daquele dia 13 de junho de 1931.    <br />A população de Camocim, mesma acostumada a ver a amerissagens (pouso na água) como a que o aviador Pinto Martins fez em 19 de novembro de 1922, tomou um susto quando viu o DO-X. O aviador Euclides Pinto Martins fez o primeiro voo dos Estados Unidos para o Brasil, saindo da Flórida. Nem esse feito do filho do Município de Camocim provocou tanta comoção na cidade. Pinto Martins pilotava o hidroavião biplano, de 28 metros de envergadura e dois motores &quot;Liberty&quot; de 400hp, cada. Acompanhados por um jornalista e um cinegrafista, decolaram uma máquina de oito mil quilos, criado na pioneira Fábrica Curtiss. Já o DO-X parecia um navio-voador movido por 12 motores. O DO-X mais parecia uma nave espacial, uma coisa do outro mundo.    <br />Orlando é um homem culto. Ler é seu passatempo preferido. A memória invejável faz a diferença. Os amigos o chamam de Google. Tem na ponta da língua resposta para qualquer pergunta sobre política, história, geografia ou conhecimento geral. Atualmente, o paulista mora em Brasília, onde dirige uma ONG que cuida do meio ambiente da Amazônia, mas já exerceu outras profissões. Militar da reserva do Exército, lembra que o hidroavião ficou em frente à Estação Ferroviária da cidade.    <br /><strong>Pioneiro     <br /></strong>1911 foi o ano do voo de um hidroavião que transportou o primeiro passageiro em San Diego (EUA), pilotado pelo projetista norte-americano de aviões, Glenn Curtiss    <br /><strong>HISTÓRIA ORAL     <br />Barcos no Rio Coreaú levavam moradores para a novidade      <br />Brasília.</strong> Nos anos 30 e 40 do século passado, segundo relato de um antigo comerciante de Camocim, Ildemburgue Aguiar, na época criança com 9 anos, era grande o movimento de hidroaviões pousando nas águas do Rio Coreaú. Os aparelhos vindo dos EUA entravam no Brasil, passando por Belém, Camocim, Recife, Salvador e Rio de Janeiro. Pessoas de Fortaleza pegavam o trem que passava em Sobral e chegavam a Camocim para embarcar para aqueles destinos.    <br />Até hoje a história é lembrada pelos mais antigos e já foi alvo de matérias como a que foi publicada pelo jornal &quot;O Literário&quot;, de Camocim. No texto, o jornal fala de um tal Ildemburgue, que na época tinha 9 anos de idade. Orlando conheceu muito Ildemburgue Aguiar. Nas visitas que fez a Camocim estabeleceu amizade com o comerciante, cuja loja, por coincidência, ficava em frente à Estação Ferroviária. &quot;Era uma figura muito simpática de porte caucasiano e que por várias vezes comentou sobre o DO-X&quot;, comenta Orlando.    <br />Ildemburgue lhe contou que foi levado num barco, junto com outras crianças, para ver de perto o gigante. Os barqueiros cobravam uma pequena quantia para levar os curiosos para perto o avião.    <br />Artur Queiroz, outro camocinense que viu o avião, conta ao jornal &quot;O Literário&quot;, que o DO-X ficou parado ali de manhã até à tarde sem que ninguém desembarcasse. O avião tinha no seu interior sala de estar, bar, restaurante e cabine com cama. Se tinha passageiro a bordo nenhum se arriscou enfrentar o calor na pequena cidade sem uma atração que merecesse um passeio turístico, embora já fosse importante interposto comercial com ferrovia e porto. A demora foi suficiente para que os barcos de apoio carregassem combustível em latas de 20 litros que foram abastecendo o tanque da belonave que, segundo jornal, queimava 400 galões por hora. A inesperada visita virou notícia que correu mundo a fora. Em Fortaleza, muita gente se preparou para ir ver de perto o avião quando ele chegasse à Capital. As pessoas ficavam olhando para céu na expectativa de vê-lo passar com toda sua imponência.    <br />No início da tarde daquele 13 de junho, o DO-X levantou voo em direção a Natal e de lá para o Rio de Janeiro, frustrando os que esperavam por sua passagem na Capital cearense. No Rio, ele foi fotografado sobrevoando a enseada de Botafogo. Do Brasil, seguiu para Nova Iorque, onde teve que ficar alguns meses por causa do inverno. O DO-X retornou a Berlim muito danificado. Com muitos problemas técnicos e sem êxito comercial, o projeto foi arquivado. O avião foi levado para o Museu de Berlim, onde foi destruído num incêndio provocado por bombardeios na Segunda Guerra Mundial. Em 1945, o DO-X desapareceu sem nunca ter entrado em serviço regular.</p>
<p align="justify"><em><strong>Wilson Ibiapina       <br /></strong>Especial para o Caderno Regional do Jornal Diário do Nordeste</em></p>
<p align="justify"><em>Fonte: <strong>DN</strong></em></p>
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		<title>Quase tudo pronto para o Carnaval 2010 em Granja</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 03:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A estrutura para o Carnaval de Granja 2010 já está quase pronta. Serão dois palcos, cada um com estrutura de som, um na Avenida Dr. Emmanuel Arruda (Conhecida como Av. Beira Rio) e outro na Praça Luiz Felipe (Conhecida como Praça do Colégio). As atrações que irão agitar os foliões nos quatros dias de evento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A estrutura para o Carnaval de Granja 2010 já está quase pronta. Serão dois palcos, cada um com estrutura de som, um na Avenida Dr. Emmanuel Arruda (Conhecida como Av. Beira Rio) e outro na Praça Luiz Felipe (Conhecida como Praça do Colégio). As atrações que irão agitar os foliões nos quatros dias de evento foram divulgadas aqui no blog. A PMG não divulgou oficialmente a programação do carnaval. Amanhã por volta de meio dia a primeira banda deve se apresentar na beira rio. </p>
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		<title>Par&#243;quia de S&#227;o Jos&#233; &#8211; Granja &#8211; Cear&#225;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[ A Paróquia de Granja, primitivamente denominada &#34;Curato do Ribeiro do Coreaú&#34;, foi desmembrada do curato de Coreaú e transformada em Freguesia por provisão do Bispo de Olinda Dom Francisco Xavier Aranha, em 30 de agosto de 1757, tendo como sede a localidade de Macaboqueira, mais tarde denominada Granja. Não havendo Igreja no local, ficou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img title="" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin: 5px 5px 5px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="180" alt="" src="http://www.iagranja.com/wp-content/uploads/2010/01/DSC037512.jpg" width="240" align="left" border="0" /> A Paróquia de Granja, primitivamente denominada &quot;Curato do Ribeiro do Coreaú&quot;, foi desmembrada do curato de Coreaú e transformada em Freguesia por provisão do Bispo de Olinda Dom Francisco Xavier Aranha, em 30 de agosto de 1757, tendo como sede a localidade de Macaboqueira, mais tarde denominada Granja. Não havendo Igreja no local, ficou interinamente, a capela de Santo Antônio do Olho d&#8217;Água (hoje, Araquém), servindo de Matriz. No dia 8 de setembro de 1759, Pe. Luís Fermandes Carvalho, primeiro Pároco, inaugurou a pequena matriz de São José. Esta foi ampliada em 1877 e inaugurada em 1880. Granja foi administrada por 15 Párocos e 14 coadjuntores.</p>
<p align="justify"><em>Fonte: Blog da DIOCESE DE TIANGUÁ</em></p>
<p align="justify"><em>Foto: Arquivo I a Granja?</em></p>
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		<title>L&#205;VIO BARRETO por: Rodrigues de Carvalho</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 02:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#34;Foi um gênio como poeta! Empregado do comércio, moirejando sempre contra a sua íntima vocação de fadado das musas, Lívio Barreto foi um vencido do destino.&#34;
Fonte: Blog de Lívio Barreto
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&quot;Foi um gênio como poeta! Empregado do comércio, moirejando sempre contra a sua íntima vocação de fadado das musas, Lívio Barreto foi um vencido do destino.&quot;</p>
<p><em>Fonte: Blog de Lívio Barreto</em></p>
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		<title>Escola Agr&#237;cola: um passo da realidade</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 18:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
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Há tempos, e bota tempo nisso, se fala na tão sonhada volta da Escola Agrícola de Granja, localizada no Iperuí. Na época de campanha eleitoral, período onde tudo pode acontecer, ou melhor, prometer, o sonho renasce tal qual fénix em uma espécie de saudosismo temperado com relampejos regionalismo desenvolvimentista. Agora mesmo, no momento que teclo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i><a href="http://www.liradutra.blogspot.com/"></a></i></p>
<p><img style="display: inline; margin: 5px 5px 5px 0px" height="201" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAA7gnH4Q4aro6QydPy2RBsQcD9aUnLIfsCkQ4HoFCz0csiIgiRnigW6RhTOVs3RaHS-F-YiTRBmArsZ8RrEgprcAm1T1UJ-v1guw-UkHAcdgYNVAjHRRHmqQ.jpg" width="320" align="left" /></p>
<p align="justify">Há tempos, e bota tempo nisso, se fala na tão sonhada volta da Escola Agrícola de Granja, localizada no Iperuí. Na época de campanha eleitoral, período onde tudo pode acontecer, ou melhor, prometer, o sonho renasce tal qual fénix em uma espécie de saudosismo temperado com relampejos regionalismo desenvolvimentista. Agora mesmo, no momento que teclo, não é difícil encontrar quem fale da Escola Agrícola Guilherme Gouveia com orgulho e tristeza. Orgulho sim, pois aquela instituição formou vários estudantes do Ceará e de outros estados, como Maranhão, e representava a capacidade do município mostrar o potencial formador, entre outras coisas boas. A tristeza de quem conheceu e ou viver o auge da escola, é que as autoridades responsáveis deixam-na virá uma grande tapera.   <br />Mas, segunda-feira (14/12), pode entrar para a História granjense com<img style="display: inline; margin: 5px 0px 5px 5px" height="181" src="http://lh4.google.com/jordanyxp/R7pANpCPcJI/AAAAAAAAAPE/9lcXCVWCeAE/DSCN7655_thumb[3]" width="240" align="right" /> o dia D da escola Agrícolo. Isso porque o governador Cid Gomes, a partir das 19 horas, assinará a Ordem de Serviço para a reforma do prédio da Escola Agrícola no valor de R$ 4,3 milhões. A unidade de ensino contará com 12 salas de aula e será voltada para o Ensino Médio integrado à Educação Profissional na área da agricultura.    <br />A Escola Agrícola Guilherme Gouveia de Granja, foi aberta em 1979 e fechada por volta de 1988, deixando uma lacuna na educação profissionalizante na Região e no Estado. Agora a noticia da reforma, traz esperança para a juventude que ver a possibilidade de uma formação e geração de renda.    <br /><b></b></p>
<p align="justify"><b>Depoimentos </b>    <br />No Orkut, site de relacionamentos, encontrei a comunidade <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=8078467">Escola Agrícola Guilherme Gouveia</a>. Vale apena dá uma olhada! Segue abaixo alguns depoimentos de ex-alunos postados no Orkut:</p>
<blockquote><p align="justify"><i><b>&quot;</b>Pois é muitas saudades !!!        <br />Estudei aki em 1987 tempo marivilhoso        <br />Ki saudades da minha época.        <br />Mas o ruim foi quando a escola faliu em 1988 quase morro de chorar e ainda me lembor dessa tragédia hoje , eu gostaria de re-encontrar alguns amigos meus da quela época.        <br />Beijões, Socorra&quot; <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7944563251316002960">Socorrinha</a></i></p>
</blockquote>
<blockquote><p align="justify"><i><b>&quot;</b>É um sonho da Região a abertura da Escola Agrícola Guilherme Gouveia. Pois, voltará a promover o Desenvolvimento Cultural e sócio econômico da Região e do Estado do Ceará. Visto que está sendo construída o asfalto que liga a Capital do Ceará, passando pela via Parazinho que vai possibilitar o acesso, a Jericoacoara ,ligando o Litoral, Sertão e Serra da Ibiapaba, Camocim, em direção a Parnaíba, para o turismo no Delta Parnaíba e até os Lençóis Maranhenses.         <br />A escola Agrícola bem reestruturada e com o seu corpo técnico e administrativo com competência, responsabilidade e compromisso, funcionando como uma Escola Modelo, apagará toda esta mancha negra que estamos envergonhados. &quot; <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5083019283111526993">Hélio Mota</a>        <br /></i></p>
</blockquote>
<blockquote><p align="justify"><i><b>&quot;</b>Meu amigo, estudei nesta escola no periodo de 1982 a 1985, a epoca, o Diretor era o grande Jander Bevilaqua Dias, o vigia era o chamado companheiro, tinha uma mercedinha, onibus, tratores etc, nossos professores eram:Louça, Socorrinha,Brito, Messias,Antonio Lucio, e outros, nossa turma era toda de Zedoca-Ma, cerca de 60 pessoas, epoca boa, mais tinha nossos amigos de outras localidades como: neguinho do brejo, coreau, didi,paulo henrique, facada e muitos outros que a maioria nunca mais tive noticias cerca de 23 anos, quem sabe um dia nos encontraremos, alô turma onde vcs estão. nooso ponto de encontro era o bar da batuta proximo a praça do são josé, a outra era a beira rio, sinto muito falta daquela epoca, era ainda adolescente mais obtive um aprendizado muito bom, hoje moro em são luis do maranhão, me formei em Economia, tenho dois filhos. Espero um dia retornar aquela cidade. &quot; <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16175439737404431021">Walter</a></i></p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Blog Granja Ceará</em></p>
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		<title>JO&#195;O DE ANDRADE PESSOA ANTA</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 03:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[João de Andrade Pessoa Anta nasceu na vila, hoje cidade de Granja, em 23 de dezembro de 1787. Seus pais eram Thomaz Antonio Pessoa de Andrade, português insular, e D. Francisca Maria de Jesus, dona de fortuna regular, prédios, na vila de Granja e de fazendas de gado, no município.
Era, por demais conhecida, a propiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">João de Andrade Pessoa Anta nasceu na vila, hoje cidade de Granja, em 23 de dezembro de 1787. Seus pais eram Thomaz Antonio Pessoa de Andrade, português insular, e D. Francisca Maria de Jesus, dona de fortuna regular, prédios, na vila de Granja e de fazendas de gado, no município.</p>
<p align="justify">Era, por demais conhecida, a propiedade do velho comerciante, mas, por uma circunstancia imperiosa desviara uma certa quantia, o equivalente a uma partida de gado. Certo de que poderia saldar o débito antes da chegada, do Corregedor Geral, a quem teria de prestar contas dos haveres pertencentes à sua tutelada, fez, com esse dinheiro, certos pagamentos de sua casa de negócio.</p>
<p align="justify">Aconteceu, porém, que não lhe foi possível equilibrar as finanças como esperava, e correndo o risco de ser descoberto o flagrante atestado de sua falta, o que certamente abalaria a sua reconhecida honorabilidade, procurou uma medida salvadora. Fez o casamento da menina com seu filho Júlio de Andrade Pessoa. </p>
<p align="justify">A moça era filha natural de um rico português com uma escrava. Aquele, ao morrer, procurou o patrício para tutor da filha que muito estimava e a quem havia legado sua fortuna. Entre passar pela suprema vergonha de ser apontado como desonesto e casar o filho com uma mestiça, preferiu este recurso muito embora fossem abalados os arraigados preconceitos de família.</p>
<p> <span id="more-998"></span>
<p align="justify">João de Andrade Pessoa Anta entrou na posse de regular fortuna, tornando-se dentro em pouco, o homem mais influente do lugar, quer no comercio, quer na política, cujo prestígio transpôs as fronteiras do Estado.</p>
<p align="justify">Quando o comandante lusitano Fidié, que não aderira á independência da nação, partiu de Oeiras (então capital do Piauí) para dominar Parnaíba e o Ceará, Pessoa Anta, que já a este tempo era capitão-mor, organizou urna expedição e foi ao encontro do aventureiro invasor. Ajudado nessa arrojada empresa por ricos fazendeiros desta e daquela província, infligiu completa derrota a Fidié. Esse feito lhe valeu os mais rasgados elogios por parte de D. Pedro I, como também a nomeação ao posto de Coronel de Milícias e a Comenda do Oficialato da Ordem do Cruzeiro.</p>
<p align="justify">Dois anos depois, Andrade aderia ao malogrado movimento republicano conhecido por CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR.    <br />Em 26 de Agosto de 1824 foi proclamada a República do Equador e aclamado, no Ceará, presidente o Tenente-Coronel Tristão Gonçalves de Alencar Araripe, servindo de secretário o Pe. Gonçalo Inácio de Albuquerque e Melo Mororó.</p>
<p align="justify">João de Andrade Pessoa Anta quando recebeu essa notícia manifestou-se inteiramente solidário com o movimento de libertação nacional e dispondo, na câmara, da maioria dos vereadores, convocou imediatamente uma reunião. Foi lavrada uma ata e assinada pelas seguintes pessoas: Manuel Joaquim da Paz, advogado; Pe. José da Costa Barros, vigário da freguesia e irmão de Costa Barros &#8211; o presidente deposto pelos republicanos; Francisco de Paula Pessoa; Frei Alexandre da Purificação; Francisco Rodrigues Chaves, João Porfírio da Mota; Plácido Fontenele, Inácio José Rodrigues Pessoa; Elias Ferreira de Abreu, José Raimundo Pessoa, Inácio de Barcelos, Joaquim de Andrade Pessoa, José Eusébio de Carvalho, Joaquim da Costa Sampaio, Juiz Ordinário; Antônio Inácio de Almeida Bravo, português; Antônio Zeferino Caju de Granja e Francisco de Paula Ferreira Chaves, tabelião público.</p>
<p align="justify">Em um verdadeiro entusiasmo os republicanos percorreram as ruas da vila aclamado os novos líderes. Dirigiram-se ao local do pelourinho, fazendo-o em pedaços. O sargento-mor, sabendo que entre os manifestantes se encontrava o seu filho Joaquim da Costa Sampaio, desistiu da denúncia que pretendia fazer, caso o pelourinho fosse restaurado. Houve acordo entre os insurretos e no dia seguinte mandaram reconstruir o aparelho de suplício.</p>
<p align="justify">Francisco de Paula Pessoa, futuro senador do Império, vindo à SobraI, soube que havia malogrado o movimento republicano, cuja notícia se apressou em transmitir ao irmão, em Granja, Coronel João de Andrade Pessoa Anta. (Anta, foi o nome de guerra que recebeu quando aderiu ao movimento). Então, a debandada foi geral, diante do fracasso irremediável. O próprio Pessoa Anta, em 24 de Outubro, teve a infelicidade de aceitar uma retratação e jurar fidelidade ao Imperador. Os seus adversários políticos, porém, trabalharam á socapa, e, viam-se frustradas as esperanças de salvação do patriota.</p>
<p align="justify">Em Janeiro de 1825, Conrado Jacob Niemeyer enviou uma tropa de linha para Granja a fim de capturar Pessoa Anta, cuja casa uma noite foi cercada, tendo ele conseguido escapar. Marcos Antônio Brício, português, adversário ferrenho, soube tirar partido do angustioso transe por que passava a família de Andrade Pessôa. Não podendo prender o chefe, que se interrara no sertão, encarcerou os irmãos e parentes. Deste, José Raimundo Pessoa, Antônio de Andrade Pessoa, Joaquim de Andrade Pessoa, Inácio José Rodrigues Pessoa, o Capitão Manuel Inácio Pessoa, o Tenente Coronel Joaquim Inácio Pessoa, o Capitão Manoel Inácio de Almeida Fortuna, Domingos Anselmo de Sousa Castro, Antônio Brício dos Santos, o Tenente Coronel João Pereira, Jacinto e Manuel Antonio de Almeida. A vila viveu dias inquietantes. Desordens, violências, espancamentos, tudo isso. Marcos Antônio Brício praticou para exercer cruéis vinganças políticas.</p>
<p align="justify">Frei Alexandre da Purificação conseguiu fugir para Belém. Foi preso na capital paraense e recambiado para Fortaleza, onde foi julgado e condenado à pena última.    <br />Paula Pessoa abjurou a república e prestou juramento de fidelidade ao Imperador e transferiu-se para Sobral, onde se estabeleceu e se casou com uma moça fica. Pessoa Anta se refugiou em uma fazenda em Ubatuba e em 15 de Janeiro dirigiu uma súplica ao governador das armas da província, alegando que no tempo do governo de Tristão foi obrigado a cumprir algumas ordens e mandados e que deixava de mandar os documentos por ter queimados todos para deles não haver mais lembranças. Não obteve resultado.     <br />Tendo revelado o seu esconderijo, resolveu mudar-se para a fazenda Jaguarapí, perto de Parazinho, e daí para Angica de onde, em 4 de Fevereiro, dirigiu nova súplica, esta ao Governador do Rio Grande do Norte, o seu conterrâneo, Manuel do Nascimento de Castro e Silva. Alegava que tinha sido coagido a obedecer ao governo de Tristão. Terminou dizendo o seguinte: &quot;Esta ocasião, Excelentíssimo Senhor, de me aproveitar de tantos oferecimentos que V. Excelência me tem feito e guardei-os para agora, na certeza de ser valido&quot;.     <br />Não encontrando portador seguro, decidiu ele mesmo trazer a carta para esta capital, e aqui chegando procurou ocultar-se no sítio Urubu, de propriedade de seu amigo de confiança, o Pe. Antônio de Castro e Silva. Aí, formulou, talvez por inspiração do padre, uma petição á Imperatriz. Não se esqueceu de argumentar em sua defesa, que Tristão infelicitou a província inteira do Ceará, quando fui por ele obrigado a fazer alguns escritos á província do Piauí. Quanto lhe custou defender a vida! Não respeitou si quer a memória do grande herói que tombou bravamente em luta pelo ideal. Esta petição tem a data de 12 de fevereiro.     <br />A 25 de março, o presidente da província mandou cumprir o aviso para a captura de todos os rebeldes condenados pela célebre Comissão Militar. Quando Pessoa Anta teve notícia da sentença, tratou de regressar á sua terra. Ocultou-se numa fazenda próxima de Granja. De seu esconderijo observou a passagem de um seu escravo, de nome Francisco Cobra, a quem rogou que fosse imediatamente á procura de comida, pois estava faminto. O escravo, muito ao contrário, foi bater á porta do perseguidor de seu amo e revelou o local onde ele se encontrava. O lugar ficou conhecido por Riacho da Traição.     <br />O infeliz granjense foi conduzido sob o peso das algemas para Sobral e dai para Fortaleza, sendo recolhido à prisão. Não havia defendido. A Comissão seguiu às pressas. Desejava logo que se levasse a efeito a execução, pois havia probabilidade de perdão da parte do Imperador. O perdão veio e, dizem, chegou em tempo, mas ficou oculto em palácio. A 28 de abril lhe foi dada a conhecer a sentença de morte e marcada para ás 9 horas da manhã do dia 30, a execução, de Pessoa Anta e do Padre Mororó. Perdidas todas as esperanças, mandou vir, neste mesmo dia um advogado, Manoel Antonio da Rocha Lima e ditou seu testamento (2).     <br />Os parentes não apareceram, nem mesmo apresentaram um lenitivo ao condenado. Ninguem queria se comprometer, com medo da severidade da Comissão Militar. Só uma pessoa dele se compadecia: era a esposa do advogado Manuel Antonio. Amiga íntima da mulher de Conrado Jacob. Dizem que acertou a entrega de grossa quantia em ouro e prata, correspondente ao peso do condenado, para a interposição de um embargo de sentença. O prazo era exíguo para que viesse, a passo de animal, de Granja. A preciosa carga. Contudo, a tentativa foi feita. A pobre vítima recorreu ao irmão rico e bem instalado, em Sobral. Houve pouco interesse. O portador alegou cansaço das alimárias. Paula Pessoa, no dia 30. Paula Pessoa não escapou á maledicência. Falaram mal a seu respeito. Chamaram-lhe de negligente e desleal. Deve ter sido desarrazoada esta campanha, pois que, o eminente político sobralense era de uma probidade exemplar. Era possível que ele não quisesse se comprometer.     <br />xxx     <br />Pessoa Anta deixou quatro filhos, 1 &#8211; Francisca Pessoa de Sampaio, que se casou com Alexandre Sampaio e constituiu família em Angico; 2 &#8211; Maria de Andrade Pessoa, que foi casada com Antonio Bernardino Chaves, deixando grande descendência na cidade de Camocim; 3 &#8211; Ana de Andrade Pessoa, casada com Domingos Portela, residiu na Ibiapaba deixando enorme família; 4 &#8211; Tomaz Rodolfo de Andrade Pessoa, que residiu em Riacho, onde hoje vive um neto de igual nome.     <br />Deixou lambem alguns filhos naturais. Em Granja existem alguns membros da família Elesbão, descendentes do menino Elesbão, recomendado em seu testamento. Mencionou igualmente outros rebentos, que foram contemplados em partes iguais. Pessoa Anta possuía diversas fazendas no rinitípio, e, ao que parece, em cada uma delas trabalhava patrioticamente pelo engrandecimento da população.     <br />O testamento que é longo e minucioso revela não só a lisura, a correção, a honestidade, como também o alto espírito de compreensão e conduta para com os membros de sua família e amigos.     <br />Pessoa Anta foi aos mínimos detalhes, não se esquecendo, nem mesmo, de ordenar aos seus testamenteiros que &quot;Vendam meus escravos José e Francisco Cobra, para que os meus herdeiros não os possuam porque foram os infames acusadores que me entregarão a prisão e não sejam traidores aos meus ternos e cordiais filhos&quot;.     <br />Foi objeto de censura e estranheza a covardia que ele revelou no curso de sua defesa, não se pejando em atacar esse grande herói que foi Tristão Gonçalves, morto no campo da luta, em defesa do seu ideal. Pessoa Anta, ao contrário, desmereceu inteiramente do conceito que gostava, pois era proverbial a sua coragem, o seu destemor. Diante do perigo não teve força para enfrentar galhardamente a morte, como tantos outros que nunca fraquejaram e marcharam impávidos ao encontro da morte!     <br />Rezam as crônicas, que ao receber a primeira carga, ainda teve força para se erguer, tendo nesse momento, um soldado feito novo disparo, o tiro de misericórdia. O herói estava morto ao lado do seu bravo companheiro Mororó.</p>
<p align="justify"><em>Fonte: Documentos Históricos</em></p>
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		<title>L&#205;VIO BARRETO por: Waldemiro Cavalc&#226;nti</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">“Da geração de cearenses que procura dar impulso às letras com sadia e vigorosa orientação, Lívio destacou-se pela originalidade do talento, pela rara maneira de dizer e pela intuição elevada que possuía das cousas da Arte.”   <br />“&#8230;meu jovem conterrâneo e amigo, cujo talento não chegou a lapidar-se na leitura dos mestres, mas deixou espólio suficiente para julgarmos do muito com que poderia enriquecer a nossa literatura, se a morte não o arrebata aos 25 anos de idade, quando procurava aprumar a sua educação literária dando a seus versos um cunho de ideal superior.</p>
<p align="justify"><em>Fonte: Blog de Lívio Barreto</em></p>
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		<title>LÍVIO BARRETO por: Artur Teófilo</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 03:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jordany</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Lívio foi poeta por uma violenta impulsão de seu organismo, a que não pôde fugir nunca, mesmo quando o fel dos desalentos o punha temporàriamente fora das lides da inteligência. Ele foi, quanto a mim, nestes últimos anos, a mais completa envergadura de poeta que floresceu no Norte, pois ninguém como ele possuía essa delicada sensibilidade artística que o fazia versejar às soltas, descompassadamente, numa alucinação incoercível de vidente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: De Lívio Barreto Blog</em></p>
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